O presidente americano, Barack Obama, estreou nesta quarta-feira (23) na Assembleia Geral da ONU, discursando na 64ª edição dos debates. Ele falou sobre o compromisso americano com a ONU, com a diminuição das armas nucleares no mundo e com o Iraque e o Afeganistão. (Foto: O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa na Assembleia Geral da ONU nesta quarta-feira, 23)Segundo Obama, os países devem se ajudar e não "esperar que os EUA resolvam todos os problemas do mundo".
"Eu assumi quando muitos do mundo estavam céticos em relação aos EUA. Aqueles que questionam o caráter da minha nação eu peço que vejam nossas conquistas. No meu primeiro dia na Casa Branca, eu pedi o fim da tortura e o fechamento da prisão de Guantánamo em Cuba."
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Ele pediu aos líderes mundiais reunidos na Assembleia que iniciem uma nova era de cooperação multilateral. "É tempo de que cada um de nós assuma sua responsabilidade na resposta global aos desafios mundiais".
De seu lado, Obama garantiu que seu país manterá compromissos, como o de continuar com o acordo para diminuição de armas nucleares. Nesse sentido, ele pediu ajuda para evitar que essas armas caiam nas mãos de extremistas.
Ele também falou da importância dos acordos entre as nações, dos desafios de obter a paz no Oriente Médio e sobre os debates sobre as mudanças climáticas.
Por último, ele abordou a crise econômica e pediu para que os países em desenvolvimento combatam a corrução. "Chegou o momento de o mundo seguir uma nova direção. Devemos adotar uma nova era de comprometimento baseada no interesse mútuo e no respeito mútuo", disse Obama.
Antes do discurso de Obama, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que é preciso construir “um novo mundo” após a crise financeira mundial. Lula destacou que “a crise financeira, a nova governança mundial e a mudança de clima” são os temas preponderantes do futuro. Lula também apelou pela volta do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, ao poder. G1/AFP

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